O Delei.tura dá a conhecer blogues de alunos da nossa escola cujos conteúdos sejam interessantes.
Convidamos os leitores a seleccionar o link e a visitar O IMPACTO DA MODA que, estando ainda em construção, nos deixa ,desde logo, entrever uma reflexão inteligente sobre o fenómeno da moda.
Parabéns à Helena, à Ana Luísa e à Eunice!
Vamos ficar atentos ao vosso blogue!
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
As Escravaturas de ontem e de hoje
Já não se é escravo como se era antigamente. A escravatura foi abolida há muito, na maior parte dos países, mas continua a ser um problema global.
Nos séculos XVII e XVIII, navios carregavam “carvão” no porão até ao novo mundo. Muitos negros eram capturados em África e eram levados em condições desumanas a casas onde eram forçados a servir. Não tinham salário nem capacidade reivindicativa! Evoluiu-se muito nos Direitos Humanos.
Não podemos esquecer, porém, aqueles que trabalham mais de doze horas por dia em fábricas nos Novos Países Industrializados, para aumentar ainda mais o poder de compra dos ocidentais.
O trabalho infantil é uma triste realidade em muitos países como Costa do Marfim ou Costa Rica. Há quem afirme que, se os países desenvolvidos não investissem no Terceiro Mundo, o desemprego seria ainda maior. Há, porém, modelos de desenvolvimento económico alternativos. Os ocidentais começam a pagar pelos erros do passado: a concorrência dos produtos asiáticos já levou milhões ao desemprego, por toda a Europa. Parece-me inevitável que, com o passar do tempo, as pessoas nesses países cedam a direitos adquiridos com séculos de luta do proletariado.
Há ainda outro tipo de escravatura que, estando mais oculto, não deixa de ser preocupante: o consumismo. As pessoas são escravas da moda porque querem fazer parte dela. Isso implica constantemente a compra de carro novo, roupa nova, brinquedos novos,... E mais uma vez, as populações mais pobres pagam pelos caprichos ocidentais.
A escravatura ainda existe. Não de forma tão evidente como antigamente, mas continua a funcionar de forma semelhante. Os mais pobres e desprotegidos trabalham para os mais poderosos. Podemos, isso sim, minimizar o problema. Cada um de nós deve ponderar se deve comprar um produto mais barato e menos ético, ou pagar mais para ter a consciência tranquila.
Tomás Reis
Nº 28
11º9ª
Nos séculos XVII e XVIII, navios carregavam “carvão” no porão até ao novo mundo. Muitos negros eram capturados em África e eram levados em condições desumanas a casas onde eram forçados a servir. Não tinham salário nem capacidade reivindicativa! Evoluiu-se muito nos Direitos Humanos.
Não podemos esquecer, porém, aqueles que trabalham mais de doze horas por dia em fábricas nos Novos Países Industrializados, para aumentar ainda mais o poder de compra dos ocidentais.
O trabalho infantil é uma triste realidade em muitos países como Costa do Marfim ou Costa Rica. Há quem afirme que, se os países desenvolvidos não investissem no Terceiro Mundo, o desemprego seria ainda maior. Há, porém, modelos de desenvolvimento económico alternativos. Os ocidentais começam a pagar pelos erros do passado: a concorrência dos produtos asiáticos já levou milhões ao desemprego, por toda a Europa. Parece-me inevitável que, com o passar do tempo, as pessoas nesses países cedam a direitos adquiridos com séculos de luta do proletariado.
Há ainda outro tipo de escravatura que, estando mais oculto, não deixa de ser preocupante: o consumismo. As pessoas são escravas da moda porque querem fazer parte dela. Isso implica constantemente a compra de carro novo, roupa nova, brinquedos novos,... E mais uma vez, as populações mais pobres pagam pelos caprichos ocidentais.
A escravatura ainda existe. Não de forma tão evidente como antigamente, mas continua a funcionar de forma semelhante. Os mais pobres e desprotegidos trabalham para os mais poderosos. Podemos, isso sim, minimizar o problema. Cada um de nós deve ponderar se deve comprar um produto mais barato e menos ético, ou pagar mais para ter a consciência tranquila.
Tomás Reis
Nº 28
11º9ª
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
A escravatura de ontem e de hoje
Hoje em dia, somos constantemente confrontados com as inúmeras situações de escravatura em muitas zonas do globo.
Se estivéssemos a falar destas situções há uns séculos atrás, talvez até achássemos mais ou menos normal, dado que se vivia em regimes políticos em que a escravatura era legal. Mas não! Estamos mesmo a falar de acontecimentos desta crueldade em pleno século XXI.
É absolutamente inacreditável sermos, diariamente,informados de que há um largo número de crianças, e até mesmo de adultos, vítimas da escravidão.
É o que acontece em quase todo o continente africano e asiático onde as crianças são exploradas desde muito cedo e proibidas de viver uma infância, que foi substituída por anos e anos de exploração.
A única pergunta que podemos colocar a nós próprios é: “Se isto continua a acontecer, porque é que ninguém faz nada?”. A verdade é que ninguém toma medidas para acabar com isto e, até lá, irão ser inúmeras as pessoas que continuarão a ser exploradas e vítimas da escravatura.
É de salientar que estas vítimas da escravatura, são quase sempre exploradas fisicamente, sujeitando-se a situações perigosas e a uma morte certa.
É importante que se desenvolvam acções humanitárias para acabar com este problema, já que, se não se prestar ajuda, a escravatura irá continuar durante longos séculos.
Sara Estrela Oliveira
Nº 27 11º8
Se estivéssemos a falar destas situções há uns séculos atrás, talvez até achássemos mais ou menos normal, dado que se vivia em regimes políticos em que a escravatura era legal. Mas não! Estamos mesmo a falar de acontecimentos desta crueldade em pleno século XXI.
É absolutamente inacreditável sermos, diariamente,informados de que há um largo número de crianças, e até mesmo de adultos, vítimas da escravidão.
É o que acontece em quase todo o continente africano e asiático onde as crianças são exploradas desde muito cedo e proibidas de viver uma infância, que foi substituída por anos e anos de exploração.
A única pergunta que podemos colocar a nós próprios é: “Se isto continua a acontecer, porque é que ninguém faz nada?”. A verdade é que ninguém toma medidas para acabar com isto e, até lá, irão ser inúmeras as pessoas que continuarão a ser exploradas e vítimas da escravatura.
É de salientar que estas vítimas da escravatura, são quase sempre exploradas fisicamente, sujeitando-se a situações perigosas e a uma morte certa.
É importante que se desenvolvam acções humanitárias para acabar com este problema, já que, se não se prestar ajuda, a escravatura irá continuar durante longos séculos.
Sara Estrela Oliveira
Nº 27 11º8
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Revista Opsis
A Opsis está feita... mas só vai ser publicada no início do próximo periodo.
Por dificuldades com a impressão gráfica aliadas a alguma inexperiência da equipa, não conseguimos cumprir a nossa calendarização. Pedimos desculpa à escola e aos colaboradores que nos forneceram os seus textos e imagens. Tenham paciência, esperem mais um pouco.Garantimos que a revista ficou bonita, todos gostámos do trabalho final.
A coordenação do CRE agradece particularmente aos alunos , Bernardo Campos, Tomás Reis, Joana Gravata, Ana Bastardo e Inês Pinho, bem como às professoras, Isabel Sabino e Manuela Henriques, todo o trabalho desenvolvido para realizar este projecto.
Bom Natal, Feliz Ano Novo e boas férias!!!
Por dificuldades com a impressão gráfica aliadas a alguma inexperiência da equipa, não conseguimos cumprir a nossa calendarização. Pedimos desculpa à escola e aos colaboradores que nos forneceram os seus textos e imagens. Tenham paciência, esperem mais um pouco.Garantimos que a revista ficou bonita, todos gostámos do trabalho final.
A coordenação do CRE agradece particularmente aos alunos , Bernardo Campos, Tomás Reis, Joana Gravata, Ana Bastardo e Inês Pinho, bem como às professoras, Isabel Sabino e Manuela Henriques, todo o trabalho desenvolvido para realizar este projecto.
Bom Natal, Feliz Ano Novo e boas férias!!!
Corta-Mato Escolar- 13 de Dezembro
Realizou-se no dia 13 de Dezembro o Corta Mato Escolar. Esta actividade integrada no
trabalho da Escolinha de Atletismo, foi dinamizada pela professora Conceição Oliveira
conjuntamente com a Coordenadora do Desporto Escolar, professora Odete Cabral. O
objectivo era a seriação dos alunos, a fim de, participarem no Corta Mato Concelhio do
Desporto Escolar. O Corta Mato realizado dentro do perímetro escolar, contou com o
apoio dos professores de Educação Física e Conselho Executivo da Escola. Nele
estiveram presentes cerca de 160 alunos, organizados por distâncias / escalões etários e
género.
Ficam aqui as classificações obtidas dos 1º/2º e 3º Lugares
Infantis Masc.
1º Martinho Carvalho
7º 1ª
2º Gonçalo Sampaio
7º 3ª
3º Diogo Pimenta
7º 3ª
Iniciados Fem.
1º Ana Filipa Almeida
9º 2ª
2º Liliana Silva
9º 4ª
3º Elisa Abrantes
9º 2ª
Page 2
Iniciados Masc.
1º João Barbosa
9º 2ª
2º Tomás Moura
9º 4ª
3º Delfim Pinto
9º 2ª
Juvenis Fem.
1º Sofia Monteiro
10º 2ª
2º Catarina Cartaxo
10º 8ª
3º Rita Teixeira
10º 9ª
Juvenis Masc.
1º Miguel Neves
10º 3ª
2º João P. Ferreira
11º 2º
3º António Oliveira
11º 2ª
Juniores Fem.
1º Sara Vicente
12º 3ª
2º Carolina Piteira
12º 8º
3º Luisa Correia
12º 8ª
Juniores Masc.
1º Wilson Pereira
10º 10ª
2º Nuno Limão
11º 1ª
3º João Gaspar
12º 5ª
Realizou-se no dia 13 de Dezembro o Corta Mato Escolar. Esta actividade integrada no
trabalho da Escolinha de Atletismo, foi dinamizada pela professora Conceição Oliveira
conjuntamente com a Coordenadora do Desporto Escolar, professora Odete Cabral. O
objectivo era a seriação dos alunos, a fim de, participarem no Corta Mato Concelhio do
Desporto Escolar. O Corta Mato realizado dentro do perímetro escolar, contou com o
apoio dos professores de Educação Física e Conselho Executivo da Escola. Nele
estiveram presentes cerca de 160 alunos, organizados por distâncias / escalões etários e
género.
Ficam aqui as classificações obtidas dos 1º/2º e 3º Lugares
Infantis Masc.
1º Martinho Carvalho
7º 1ª
2º Gonçalo Sampaio
7º 3ª
3º Diogo Pimenta
7º 3ª
Iniciados Fem.
1º Ana Filipa Almeida
9º 2ª
2º Liliana Silva
9º 4ª
3º Elisa Abrantes
9º 2ª
Page 2
Iniciados Masc.
1º João Barbosa
9º 2ª
2º Tomás Moura
9º 4ª
3º Delfim Pinto
9º 2ª
Juvenis Fem.
1º Sofia Monteiro
10º 2ª
2º Catarina Cartaxo
10º 8ª
3º Rita Teixeira
10º 9ª
Juvenis Masc.
1º Miguel Neves
10º 3ª
2º João P. Ferreira
11º 2º
3º António Oliveira
11º 2ª
Juniores Fem.
1º Sara Vicente
12º 3ª
2º Carolina Piteira
12º 8º
3º Luisa Correia
12º 8ª
Juniores Masc.
1º Wilson Pereira
10º 10ª
2º Nuno Limão
11º 1ª
3º João Gaspar
12º 5ª
trabalho da Escolinha de Atletismo, foi dinamizada pela professora Conceição Oliveira
conjuntamente com a Coordenadora do Desporto Escolar, professora Odete Cabral. O
objectivo era a seriação dos alunos, a fim de, participarem no Corta Mato Concelhio do
Desporto Escolar. O Corta Mato realizado dentro do perímetro escolar, contou com o
apoio dos professores de Educação Física e Conselho Executivo da Escola. Nele
estiveram presentes cerca de 160 alunos, organizados por distâncias / escalões etários e
género.
Ficam aqui as classificações obtidas dos 1º/2º e 3º Lugares
Infantis Masc.
1º Martinho Carvalho
7º 1ª
2º Gonçalo Sampaio
7º 3ª
3º Diogo Pimenta
7º 3ª
Iniciados Fem.
1º Ana Filipa Almeida
9º 2ª
2º Liliana Silva
9º 4ª
3º Elisa Abrantes
9º 2ª
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Iniciados Masc.
1º João Barbosa
9º 2ª
2º Tomás Moura
9º 4ª
3º Delfim Pinto
9º 2ª
Juvenis Fem.
1º Sofia Monteiro
10º 2ª
2º Catarina Cartaxo
10º 8ª
3º Rita Teixeira
10º 9ª
Juvenis Masc.
1º Miguel Neves
10º 3ª
2º João P. Ferreira
11º 2º
3º António Oliveira
11º 2ª
Juniores Fem.
1º Sara Vicente
12º 3ª
2º Carolina Piteira
12º 8º
3º Luisa Correia
12º 8ª
Juniores Masc.
1º Wilson Pereira
10º 10ª
2º Nuno Limão
11º 1ª
3º João Gaspar
12º 5ª
Concurso de Portfólios de Leitura
Os alunos e professores de Português do ensino básico estão de parabéns, sobretudo os do 8ªano, pois participaram com entusiasmo no concurso de portfólios. Estes foram realizados ao longo deste período, com as suas fichas de leitura recreativa, com as suas escritas e outras componentes da disciplina de Português.
Foram a concurso trinta e três portfólios seleccionados pelos professores entre todos os que foram elaborados pelas diversas turmas.
Para despertar o apetite para a leitura, convidámos a jovem escritora Ana Martins, que apresentou o seu livro, O Nono Brasão, e respondeu a muitas questões colocadas pelos alunos.
Foi Ana Martins quem entregou os prémios às seguintes alunas:
-Primeiro prémio ex aequo: Sara Costa,8º3ª, e Ana Beatriz Rodrigues ,8º1ª.
-Segundo prémio: Joana Carmona, 8º1ª.
-Terceiro prémio: Ana Teresa Bruno 8º3ª.
Para estas leitoras e respectivos professores, os nossos parabéns!
Agradecemos também à Fundação Calouste Gulbenkian que, com o seu apoio, nos tem permitido comprar novos livros que cativam os jovens leitores.
"Ver Lisboa com Pés e Cabeça"
<
O projecto " Ver Lisboa com Pés e Cabeça " surgiu o ano passado, por iniciativa de três professoras ( Artes, História e Portugês )que, em trabalhos realizados na biblioteca, concluíram que havia na escola muitos alunos que não conheciam a sua cidade.
Este ano, planearam fazer um passeio por período, de modo a dar a conhecer a cidade antiga, explorando a componente histórica, artística e literária.
No dia 11 deste mês, visitámos a Baixa Pombalina, fazendo a pé o percurso entre os Restauradores e o Terreiro do Paço.Percebemos como a política do Marquês de Pombal se reflectia na organização da cidade e como a arquitectura reflecte tão bem o poder e a ideologia iluminista. No Rossio, lembrámos Eça de Queirós que morou seis anos no nº 26, 4º andar, e ouvimos um trecho do autor sobre esta praça tão lisboeta. Terminámos com um belo chocolate quente entre textos e memórias de Fernando Pessoa, no café Martinho da Arcada.
Só lamentamos que muitos alunos que desconhecem que vivem numa das mais belas cidades da Europa não se tivessem inscrito.
No segundo período, o próximo passeio, para quem se quiser inscrever, será no Chiado. Procurem informações no CRE, pois ainda não está agendado.
Cidadania Europeia
Nos dias 10 e 11 deste mês, o Clube Europeu em parceria com o Centro Jacques Delors, no âmbito da disciplina de Formação Cívica, organizou sessões informativas para todas as turmas do ensino básico orientadas pelo Dr. Luís Moreira, formador do Centro
Jacques Delors.
Esta actividade estava incluída no Plano Anual de Actividades da Escola.Foram, assim, desenvolvidas actividades de sensibilização à cidadania europeia, dando destaque ao Tratado de Lisboa.
Precisamos de cidadãos bem informados conscientes dos seus direitos e deveres!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Clube de Leitura - 10º e 11ºanos
Este ano, os encontros do clube de leitura tiveram poucos,mas bons leitores participantes.
Esta actividade destinada aos dois primeiros anos do secundário é desenvolvida com a colaboração dos professores de Português. Os professores e a coordenação da biblioteca confrontam-se com as inúmeras solicitações a que os alunos estão diariamente sujeitos. Eles têm de realizar muitas tarefas ligadas aos diversos trabalhos exigidos pelas diversas disciplinas e também leituras para as diversas línguas. Deste modo, sobra pouco tempo para a leitura recreativa.Apesar de tudo,apareceram alguns alunos que falaram dos livros lidos e partilhámos, como amantes da leitura que somos, algumas emoções.
Foi bom ouvir a Rita Esteves,o António,a Maria Margarida, o Tomás,a Ana Rita, o Bruno, a Rita, que nos emocionou a ler um trecho de "Os Capitães da Areia" de Jorge Amado, a Catarina, a Sara,a Mariana, a Cátia,a Mafalda e outros que partilharam com os colegas e professores presentes a sua leitua, as suas ideias e sensibilidades.
Apesar dos poucos participantes, não queremos desistir, porque sabemos que há alunos que gostam destes encontros e porque somos resistentes quando acreditamos que é uma boa causa.
Bom Natal e Feliz Ano Novo! Boas Férias! Boas Leituras!
Algumas imagens dos leitores:
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Projectos -12ºAno
Os alunos e professores da disciplina de Área de Projecto do 12ºano estiveram presentes no CRE e na Sala de Estudo ao longo de todo o período, tendo os alunos já apresentado os seus pré-projectos.
Fomos acompanhando as suas pesquisas e adquirindo o fundo documental imprescindível,quer na área da metodologia de investigação quer nas temáticas escolhidas pelos alunos.Fomos também dando o nosso apoio sempre que nos foi solicitado e consideramos que a maioria dos grupos escolheu temas interessantíssimos que poderão dar origem a trabalhos de muita qualidade. É isso que esperamos pelo que nos foi possível observar e partilhar.
Algumas imagens, em dia de Área de Projecto...
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Encontro com o jornalista António José Teixeira
O jornalista António José Teixeira esteve hoje na escola para um encontro com várias turmas que o ouviram falar sobre os caminhos que a informação irá percorrer neste século XXI, considerando a evolução do uso generalizado da internet e o imediatismo da comunicação,bem como a acção dos leitores que, cada vez mais, surgem como produtores de informação.
Estiveram presentes as turmas, 10º5ª,11º4ª,11ª7ªe 12º6ª.
Vários alunos colocaram questões muito pertinentes que mostram as reflexões que fazem sobre este tema tão importante na sociedade actual.
A Rita Duarte quis saber se a evolução do jornalismo não será o resultado da própria evolução normal da sociedade; a Catarina Rosa perguntou por que razão os meios de comunicação se centram particularmente nos acontecimentos negativos; o João Godinho referiu que, provavelmente, o caminho da imprensa generalista será o da progressiva especialização; a Inês Martins qestionou António José Teixeira sobre o seu percurso profissional; o João Maltez pediu a opinião do nosso convidado sobre o caso Santana Lopes na Sic Notícias; a Ana Rita indagou se ainda vale a pena lutar por uma profissão como a de jornalista, considerando o índice de desemprego.Finalmente, a Leonor e a Sofia colocaram a questão da valorização excessiva da fama e do sucesso na sociedade actual.
Para todas as questões houve uma resposta esclarecedora e todos saímos com a a ideia de que , apesar do novo paradigma da comunicação,tantas vezes dependente do imediatismo e de outros interesses, haverá sempre jornalismo de qualidade resultante de um trabalho honesto e fidedigno.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
filho do mar
‘pura calma’
ao fundo
toca-se o mar
toca-se o céu.
ao fundo
no fundo
chama-se Infinito.
tu que estás esbatida
tu que estás em mar
no Mar.
és onda calma, aí.
és onda passageira,
com força inata, aí.
tu que estás esbatida
tu que estás em mar
no Mar.
tu que estás,
tu que és,
calma pura
em pura calma...
filho do Mar.
"sem conseguir respirar"
é-me dificil caminhar.
não tenho apetite
de sorrir.
de continuar.
é dor que sinto
é um sufoco...
estou-me a afogar.
não vou emergir,
não tenho apetite.
não vou gritar,
não tenho vontade.
não continuo acordado,
estou cansado.
agora,
não sou mais onda que envolve
agora,
sou onda enrolada...
filho do Mar.
ao fundo
toca-se o mar
toca-se o céu.
ao fundo
no fundo
chama-se Infinito.
tu que estás esbatida
tu que estás em mar
no Mar.
és onda calma, aí.
és onda passageira,
com força inata, aí.
tu que estás esbatida
tu que estás em mar
no Mar.
tu que estás,
tu que és,
calma pura
em pura calma...
filho do Mar.
"sem conseguir respirar"
é-me dificil caminhar.
não tenho apetite
de sorrir.
de continuar.
é dor que sinto
é um sufoco...
estou-me a afogar.
não vou emergir,
não tenho apetite.
não vou gritar,
não tenho vontade.
não continuo acordado,
estou cansado.
agora,
não sou mais onda que envolve
agora,
sou onda enrolada...
filho do Mar.
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Na Toca do Lobo Ibérico
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Os 25 anos da Vergílio Ferreira
Embora pareça nova, a nossa escola já tem uma certa idade, vinte e cinco anos!
Por aqui têm passado tantos rostos... alunos ainda crianças, os olhos cheios de curiosidade sobre a nova escola. Quantos amigos aqui se encontram, às vezes, para sempre, quantos sonhos aqui se iniciam, projectando-se na profissão futura, quantas as alegrias, as descobertas, as angústias, as pequenas e grandes tragédias da vida?
Professores? Muitos!Foram eles, são eles, com a sua dedicação , tantas vezes desconhecida de tantos, o seu trabalho, tantas vezes incompreendido e criticado, que, em conjunto com os alunos e funcionários desta escola, construíram esta "casa" onde nos sentimos bem e que este ano celebramos.Apesar das desconsiderações de tantos, acreditamos, resistimos e construímos uma verdadeira escola, que tem já o seu estilo, a sua marca e, por isso, estamos orgulhosos.
Para celebrar estes vinte e cinco anos,haverá um jantar,dia 23 de Novembro,uma exposição das nossas memórias e várias actividades ao longo do ano, mas, particularmente, no dia da escola e durante a semana cultural. Vejam a propostas no Plano Anual que, esperamos, em breve, será aprovado na Assembleia de Escola.
A professora Isabel Sabino ofereceu-nos esta bela imagem que espelha o sentir todos.

(clique para ver a imagem)
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Adopção de Outras Culturas
Penso que algumas pessoas ainda têm grande orgulho na sua pátria, mas grande parte da população de Portugal não se comove tanto com estes valores. Hoje em dia, principalmente devido à globalização, deixou de se ser tão patriota, fiel às tradições portuguesas, passando-se a adoptar as culturas de outros países, principalmente os Estados Unidos da América. Esse tipo de comportamento vai desde os dias comemorativos como o Halloween (que nunca se comemorou em Portugal até há bem pouco tempo) ou o dia de São Valentim, entre outros, e também gestos que nunca foram nossos, como colocar a mão sobre o coração enquanto se canta o hino. Acho que esse é um ponto muito importante, pois onde as crianças aprendem a fazer esse gesto é principalmente nos jogos de futebol, onde os jogadores, contrariamente à posição de sentido, que demonstra o respeito pela bandeira e hino portugueses, põem a mão sobre o coração, uma tradição claramente americana.
Mas para além dos pontos que já referi, existem muitos outros. Creio que cada vez é menor o orgulho dos portugueses na História de Portugal, esquecendo-se dos grandes heróis que nasceram neste país, que conquistaram o mundo e domaram os oceanos; desprezando os produtos portugueses, procuraram satisfazer as suas necessidades, tanto culturais como alimentares,no estrangeiro, sabendo nós que temos tantos artistas excepcionais e tantos produtores e agricultores de qualidade.
Concluo exprimindo o meu desgosto pelas atitudes tomadas pelo povo português, que não tem orgulho nem respeito pela sua pátria e toma como sua a cultura de outros países, que não têm a importância histórica que Portugal tem.
Rita Esteves
Mas para além dos pontos que já referi, existem muitos outros. Creio que cada vez é menor o orgulho dos portugueses na História de Portugal, esquecendo-se dos grandes heróis que nasceram neste país, que conquistaram o mundo e domaram os oceanos; desprezando os produtos portugueses, procuraram satisfazer as suas necessidades, tanto culturais como alimentares,no estrangeiro, sabendo nós que temos tantos artistas excepcionais e tantos produtores e agricultores de qualidade.
Concluo exprimindo o meu desgosto pelas atitudes tomadas pelo povo português, que não tem orgulho nem respeito pela sua pátria e toma como sua a cultura de outros países, que não têm a importância histórica que Portugal tem.
Rita Esteves
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Opsis em preparação

A equipa da revista Opsis, a sair no final do período, realizou uma grande entrevista ao designer André Carrilho, antigo aluno desta escola.
A sua presença no CRE só foi possível com a ajuda da professora Isabel Sabino, uma vez que o designer foi seu aluno e guarda boas recordações desses tempos.
Queremos agradecer o apoio especial da professora Isabel .
Aqui vos mostramos alguns membros da coordenação da revista Opsis, no momento da entrevista.
se tu lês, eles lêem
Diz quem sabe que os hábitos de leitura devem ser introduzidos bem cedo, mas para ser leitor é preciso ter ouvido contar histórias em criança.
Daniel Pennac, professor e escritor francês, considera que pais e professores têm muita responsabilidade na perda do interesse pela leitura. Diz ele que quando se começa a exigir à criança que analise e desmonte as histórias , instala-se o desencanto e o aborrecimento e perde-se a magia.
É preciso que os actuais e futuros pais tenham esta consciência e arranjem tempo para contar histórias e para ler em conjunto com os filhos.
Começar uma manhã de sábado com uma bela história e um bom pequeno almoço em família é um prazer que só alguns conhecem...
Fomos ao Teatro
Alguns alunos e professores da nossa escola foram ao Teatro da Trindade ver a peça "Desobediência".
O tema centra-se na atitude do Cônsul de Portugal, Aristides de Sousa Mendes, durante a segunda guerra mundial. Em França, durante a ocupação alemã, desobedecendo às directrizes de Salazar, passou milhares de vistos a cidadãos judeus para entrada em Portugal, salvando-os assim de uma morte certa nos campos de concentração nazis. Por este facto, foi demitido e perseguido pelo regime, tendo passado grandes dificuldades. É um verdadeiro herói do Portugal do séc XX e representa aquilo que temos de melhor como povo: a solidariedade e a tolerância.
Todos gostámos muito do trabalho dos actores, pois conseguiram sensibilizar-nos e fazer-nos pensar.
Temos de ir mais vezes ao teatro!
terça-feira, 6 de novembro de 2007
poesia natura
"liberdade selvagem"
andei por novas terras e novos caminhos percorri.
e o meu corpo estagnado, ficou... enquanto a minha alma corria por campos e prados.
tão veloz, tão solta.
e os meus olhos fechados, contianuavam... e ela voava.
e entoava a voz,
dizendo que,
ali
pertencia!
era a minha alma, era eu...
ninguém me podia agarrar!
corri em direcção ao Sol,
sem parar.
dei voltas,
pulos,
gritos,
gargalhadas,
dei...
abraços ao Infinito
e beijos à Terra.
caminhei por vales e montes!
absorvi todas aquelas cores maravilhosas,
que me envolviam,
assim como me envolvia o resto.
o resto que era tanto...
e pelos poros
entrava cada brisa
que me refrescava a pele
o interior...
eram as brisas
quem bailavam
com as flores,
naquela imensidão terrestre
de plenitude,
de sossego
de paz
de quietude...
ass: Ser da Natureza
andei por novas terras e novos caminhos percorri.
e o meu corpo estagnado, ficou... enquanto a minha alma corria por campos e prados.
tão veloz, tão solta.
e os meus olhos fechados, contianuavam... e ela voava.
e entoava a voz,
dizendo que,
ali
pertencia!
era a minha alma, era eu...
ninguém me podia agarrar!
corri em direcção ao Sol,
sem parar.
dei voltas,
pulos,
gritos,
gargalhadas,
dei...
abraços ao Infinito
e beijos à Terra.
caminhei por vales e montes!
absorvi todas aquelas cores maravilhosas,
que me envolviam,
assim como me envolvia o resto.
o resto que era tanto...
e pelos poros
entrava cada brisa
que me refrescava a pele
o interior...
eram as brisas
quem bailavam
com as flores,
naquela imensidão terrestre
de plenitude,
de sossego
de paz
de quietude...
ass: Ser da Natureza
poesia natura
"filho do mar"
e quando o meu corpo escalda?
quando ferve de raiva
ou
arde de alegria...
digo-te:
nem sempre Lhe toco
aconchego-me
no grande areal,
ali fico.
dou festinhas no grande manto amarelo pálido,
quase,
ou
mesmo branco...
fico,
dando voltas às ideias...
até que me lembro,
que Ele é meu Pai.
então,
não preciso pensar,
no Mar,
é só
me
envolver.
filho do mar
Bruno de Matos
e quando o meu corpo escalda?
quando ferve de raiva
ou
arde de alegria...
digo-te:
nem sempre Lhe toco
aconchego-me
no grande areal,
ali fico.
dou festinhas no grande manto amarelo pálido,
quase,
ou
mesmo branco...
fico,
dando voltas às ideias...
até que me lembro,
que Ele é meu Pai.
então,
não preciso pensar,
no Mar,
é só
me
envolver.
filho do mar
Bruno de Matos
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