sábado, 21 de março de 2009

21 de Março, 2009 - Festa da Pesia no CCB




A Vergílio Ferreira esteve na Festa da Poesia no CCB.

Eis alguns dos nossos amantes da poesia que leram poemas, partilhando o seu gosto com os presentes.
Foi gratificante, para quem assistiu, ver como se cruzaram gerações de rostos deliciados com a poesia. Ouvimos poemas ditos por vozes de sete a setenta anos e tudo acontecia muito simplesmente sem grande formalismo, apenas era preciso dizer e, sílaba a sílaba, os poemas emergiam...


O João Godinho leu um belo poema de Álvaro de Campos


A Catarina Rosa leu um poema de Luís Máximo, antigo aluno da nossa escola,
e um outro de sua autoria.
A Leonor Ferreira leu um poema da Raquel Blanco, antiga aluna da Vergílio, e um outro de Manuel Alegre.

A Ana Loureiro leu um poema de José Luís Peixoto e outro de Al Berto
O João Maltez leu o Poema em Linha Recta de Álvaro de Campos

terça-feira, 17 de março de 2009

Semana cultural -19 a 24 de Março

Mais uma semana cultural na Vergílio Ferreira cheia de actividades bem variadas e de muita qualidade.
Convidamos a comunidade escolar a assistir .




SEMANA CULTURAL 2009

- De 19 a 24 De Março -
19 A 24 DE MARÇO

 Exposição Pessoa(s)

Responsabilidade: Professoras Alcina Neves, Lucrécia Costa e Lurdes Simões

 Exposição de Folhetos e Marcadores - “Ler é Divertido”

Responsabilidade: Professores de Português e CRE

 Exposição de trabalhos dos alunos de Francês

Responsabilidade: Professores de Francês

 Exposição de trabalhos dos alunos do 8º 3ª de Inglês
Responsabilidade: Professora Luísa Santos

 Exposição de trabalhos dos alunos do 11º 8ª de Desenho

Responsabilidade: Professora Ana Sofia Barros

 Exposição de trabalhos dos alunos de Educação Tecnológica

Responsabilidade: Professores de Educação Tecnológica

 Apresentação pública dos resultados do micro-projecto: “Um Mundo Cheio de Ideias”
(Construção de uma barra cronológica) Ver mais em: adescobertadafilosofia.bogspot.com

Responsabilidade: Professor Carlos Badalo


 Exposições – Bloco D

 Exposição de trabalhos dos alunos de Matemática do 7º e 8º anos

Responsabilidade: Professoras Cristina André, Isabel Torres e Raquel Silva


 Exposições – Bloco F

 Exposição de cartazes realizados pelos alunos de Física
Tema: Ciência, Tecnologia, Sociedade

Responsabilidade: Professoras Ana Ramalho, Fátima Sousa


19 DE MARÇO

 Inauguração formal de uma escultura - “Mãe África” Às 18.00
Projecto integrado no “Março é Juventude”

Responsabilidade: Professora Isabel Sabino e alunos do 12º 9ª

Destinatários: Comunidade Educativa, UNICEF
Imediações da Escola


23 E 24 DE MARÇO

 Exposição/Venda de Minerais - Bloco A Das 9.30 às 15.30

Responsabilidade: Professoras de Biologia



24 DE MARÇO

 Mostra de Formações – 2009 Das 8.15 às 17.00

Convidados: Instituições do Ensino Superior
Responsabilidade: Dra. Ana Carita

Destinatários: Alunos dos 9º, 11º e 12º anos
Pavilhão C

 Exposições – Bloco G

 Exposição de trabalhos de alunos de Biologia Das 9.00 às 12.30 e das 13.45 às 16.00

Responsabilidade: Professoras de Biologia

 Inauguração Às 18.00
Pintura de um Mural concedido pela Junta de Freguesia
Projecto integrado no “Março é Juventude”
GRAFFITI colectivo feito por um grupo de “Writers” convidados pelos alunos, sendo alguns deles de renome nacional

Responsabilidade: Professora Isabel Sabino e alunos do 12º 9ª

Destinatários: Comunidade Escolar
Estrada da Luz

terça-feira, 10 de março de 2009

Ilustrar Pessoa


Fernando Pessoa – A Aranha

A aranha do meu destino
Faz teias de eu não pensar.
Não soube o que era em menino,
Sou adulto sem o achar.
É que a teia, de espalhada
Apanhou-me o querer ir...
Sou uma vida baloiçada
Na consciência de existir.
A aranha da minha sorte
Faz teia de muro a muro...
Sou presa do meu suporte.


O poeta expõe, em onze curtos versos, a temática da dor de pensar. Compara-a a uma teia de aranha que surge em espaços sem uso.
Por constantemente intelectualizar as emoções, transformando-as em pensamentos, abstrai-se da verdadeira realidade, a realidade presente daqueles que vivem simplesmente, sem se questionarem acerca do destino que vai sendo construído. Ao fazer isto, “A aranha do seu destino” tem espaço e tempo para criar teias no seu destino: este torna-se não um destino com o qual se sonhe, mas um destino inevitável: o de viver o passado.
O seu presente torna-se em passado: as oportunidades surgem-lhe na vida, mas ao racionalizá-las, perde-as. Assim, essas ocasiões que surgem não são mais que fragmentos passados, já que perde tempo a pensá-las.
Nem mesmo quando era criança aproveitou a inocência e a felicidade da inconsciência, era “adulto sem o achar”.
Assim o explica no verso “É que a teia, de espalhada/ Apanhou-me o querer ir”. Consequentemente, perde o seu rumo, a sua corrente de vida. Tomba, tal mosca presa na teia de uma aranha. A sua vida baloiça “Na consciência de existir”. A sua consciência é, então, um emaranhado de pensamentos do qual não consegue sair. Por isso, a sua realidade perde-se em caminhos e destinos; já não sabe quem é, nem sequer “soube o que era em menino”, quanto mais que teia escolher...
Finalmente, o sujeito poético não pode fazer mais nada senão resignar-se à sua consciência, sendo “presa no seu suporte”, “na consciência de existir”.

Como base de comparação com o poema, escolhi a seguinte obra de Salvador Dali, intitulada “Nascimento do Homem Novo”.
Após uma observação cuidada, detectei que estão presentes, na imagem, três planos.
No primeiro plano encontra-se o plano de relevo do “ovo”: os continentes e as saliências na superfície provocada pelos pés e pelo joelho. Aqui, formas de continentes e saliências do corpo humano conferem um dinamismo irregular à forma oval. Os continentes surgem como o rosto da superfície oval, são a sua aparência. Uma gota de sangue surge entre a grandiosa fenda existente na superfície. Com isto, a esfera encontra-se amolgada, como que definida pela vida; os seus continentes e as saliências são marcas de vida, tal como as rugas o são nas pessoas.
O segundo plano surge como a personalidade do “ovo”; brota pela fenda a figura de um homem, nascendo gradualmente, incompleto. Percebemos que existe algo mais dentro da esfera, algo desconhecido.
Podemos também observar um terceiro plano: o fundo. Aqui, os dois tons contrastam com a figura do ovo e do homem, realçando a importância do nascimento do ser.
Finalmente, ao comparar a temática presente na imagem com a temática do poema, constato que o poeta, tal como o homem, ao querer o Mundo (os continentes) acaba por ficar preso nessa ambição; quanto mais quer, mais esconde a sua verdadeira realidade, torna-se incompleto. A sua luta apenas cria fendas na sua consciência, tal como é visível na imagem: as únicas coisas que acontecem quando o homem luta por sair do ovo são as saliências do seu corpo na forma oval.
O sujeito poético pensa e intelectualiza tanto que acaba por sofrer, o que é mostrado pela gota de sangue. Com isto, por perder as oportunidades ao transformar as emoções em pensamentos, cria “teias” na sua consciência, de tal forma que esta se torna o Mundo abstracto da realidade das sensações (os continentes).
A sua vontade de ser consciente e ao mesmo tempo escolher as teias da vida deixa-o sem energias, com a sua “vida baloiçada/ Na consciência de existir”. A aranha anseia pela sua gota de sangue, ou seja, a sua perturbação e consciência fá-lo sangrar cada vez mais, já que ter consciência de que se é consciente é pensar na consciência; é ter dor de pensar.

Catarina Capelo
12º9ª

Caeiro, afinal pensa...

Salvador Dali, "Gala Nua Vista por Trás" (1960)




Passei toda a noite, sem dormir, vendo, sem espaço, a figura dela
E vendo-a sempre de maneiras diferentes do que a encontro a ela
Faço pensamentos com a recordação do que ela é quando me fala
E em cada pensamento ela varia de acordo com a sua semelhança.
Amar é pensar.
E eu quase que me esqueço de sentir só de pensar nela.
Não sei bem o que quero, mesmo dela, e eu não penso senão nela.
Tenho uma grande distracção animada.
Quando desejo encontrá-la
Quase prefiro não a encontrar,
Para não ter que a deixar depois.
Não sei bem o que quero, nem quero saber o que quero.
Quero só pensar nela.
Não peço nada a ninguém, nem a ela, senão pensar.


Alberto Caeiro


No poema, Alberto Caeiro refere-se ao sentimento que nutre pela mulher, tornando-se muitas vezes obsessivo e mostrando muitas vezes sentimentos contraditórios como podemos ver no excerto “Quando prefiro encontrá-la/Quase prefiro não a ver”. Alberto Caeiro, que é o poeta que recusa o pensar, nesta obra vemo-lo muitas vezes a desviar-se desse registo, “Quero só pensar nela”. Alberto Caeiro não quer pensar mas não o consegue evitar, o que se vai tornando evidente principalmente no final da sua obra. O amor por esta mulher fá-lo pensar mesmo sem ele querer, de uma forma que ele não consegue controlar.
Na obra Salvador Dali, vemos a representação leve e natural dos traços de uma mulher, de forma a demonstrar a sua sensualidade que tanto prende o homem de uma forma subtil.
Podemos ver que a relação que sentimos entre estas duas obras é o fascínio que os autores demonstram pelas mulheres, a sensualidade que a mulher transmite de forma a prender a atenção do homem e a tomar conta dos seus sentimentos de uma forma que ele próprio não consegue controlar.


Ana Cláudia Delgado nº2 12º 8

Ilustrar Pessoa



Como quem num dia de Verão abre a porta de casa
E espreita para o calor dos campos com a cara toda,
Às vezes, de repente, bate-me a Natureza de chapa
Na cara dos meus sentidos,
E eu fico confuso, perturbado, querendo perceber
Não sei bem como nem o quê...
Mas quem me mandou a mim querer perceber?
Quem me disse que havia que perceber?
Quando o Verão me passa pela cara
A mão leve e quente da sua brisa,
Só tenho que sentir agrado porque é brisa
Ou que sentir desagrado porque é quente,
E de qualquer maneira que eu o sinta,
Assim, porque assim o sinto, é que é meu dever senti-lo...

Alberto Caeiro


Escolhi fazer eu a imagem relacionada com o poema, porque já tinha escolhido este poema e a imagem que o ilustrava era sempre a mesma que me vinha à cabeça: alguém a sair de casa e levar com o sol de chapa na cara.
Neste poema temos a dúvida, o ficar confuso e perturbado em relação ao que a Natureza provoca em nós, os sentidos que são despertados. No final fica concluído que não é para ser entendida a Natureza, temos é de senti-la.
Tentei representar esses sentidos no desenho: o seu sorriso de agrado como calor que recebe e o seu olhar confuso, perdido. Quer racionalizar, mas, por fim, deixa-se levar pelos sentidos. Se não nos libertarmos da constante racionalização, é difícil sentir a Natureza, a realidade. Também quis representar a brisa que passa dando movimente aos cabelos e à camisola, e o material usado facilitou-me isso porque esbate e acentua essa ideia.


Leonor Sousa e Costa
N.º 16 – 12º 9ª

terça-feira, 3 de março de 2009

Ecodesign na Vergílio


A Rita Melo, designer de equipamento, antiga aluna da nossa escola, fez parceria com outra designer e reutilizam embalagens tetrapak para construir malas, carteiras, pastas, ecopontos e outros recipientes de arrumação.
A convite da professora Ana Alves, a Rita esteve na nossa escola para divulgar o seu trabalho e este novo conceito de Design, o Ecodesign




Com embalagens tetrapak, fazem-se objectos que operam a re -volta das embalagens e quanto se pode reduzir, reciclar e reutilizar...Já imaginaram?





O Luís Teixeira esteve também neste mesmo encontro dedicado ao Ecodesign e explicou-nos como cria objectos originais a partir das pequenas "inutilidades" que pomos no lixo.


Candeeiros com base em discos de vinil
Candeeiro contruído com tampas de embalagens tetrapak
Pratos descartáveis formam o pé destes belíssimos candeeiros
Cabides transparentes usados na roupa interior feminina formam um autêntico lustre

Luís Teixeira imagina e constrói objectos que todos gostaríamos de ter na sala com materiais que recicla. São tampas de sumo, cabides transparentes, pratos descartáveis, discos de vinil etc..
Ecodesign é um processo criativo que decorre das preocupações ambientais e que visa um desenvolvimento sustentável.
O Luís é um designer que não fez formação académica nesta área, mas mostra um talento fantástico para descobrir as potencialidades artísticas e funcionais das coisas que mandamos para o lixo.
Na sua opinião, temos de aprender a olhar para as coisas, com os três rs em mente, reduzir, reciclar e reutilizar.
Para os alunos das turmas de Artes que assistiram a este encontro, foi certamente um outro olhar sobre o design, fundamental neste nosso mundo saturado de consumo fácil e tão necessitado de processos que reduzam a nossa pegada ecológica.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Teatro na Escola - Felizmente Há Luar!

Manuel, o homem do povo queixa-se dos reis do Rossio...
Vicente tenta convencer os populares de que os generais são todos iguais...
Os governadores procuram um " culpado" conveniente...
Agita-se a onda de"patriotismo" para defender os interesses instalados e manipular as emoções...
Para defender o seu homem, Matilde não hesita em se humilhar perante o marechal Beresford.
Admirável cena em que Matilde desmascara a hipocrisia do Principal Sousa, o representante da Igreja, que defende os tiranos e não cuida dos fracos e injustiçados.
Apoteose trágica de Matilde quando, no momento da morte do seu amado, grita
que aquela fogueira incendiará Portugal e iluminará os homens, levando-os a recusar a tirania e a defender a liberdade.


“Felizmente Há Luar!” de Luís de Sttau Monteiro na Escola Vergílio Ferreira.

No dia 27 Fevereiro, deslocou-se à nossa escola uma companhia de teatro , a Casa dos Afectos, com o objectivo de representar perante os alunos do 12º ano a peça “Felizmente Há Luar!”, de Luís de Sttau Monteiro.

Foi uma iniciativa excelente que, penso, promoveu uma aproximação da obra aos alunos.

O argumento é, como sabemos, baseado na tentativa frustrada de revolta liberal em 1817, supostamente encabeçada pelo General Gomes Freire de Andrade. “Felizmente Há Luar!” recria em dois actos a sequência de acontecimentos históricos que, em Outubro desse ano, levou à prisão e ao enforcamento de Gomes Freire pelo regime de Beresford, com o apoio da Igreja.

Quanto à peça, foi bastante fiel ao texto escrito por Sttau Monteiro, servindo plenamente o propósito de ser vista antes do estudo da obra. De destacar pela negativa apenas o facto de terem sido retirados da peça as personagens de “Sousa Falcão”, o inseparável amigo do General e de “Frei Diogo”.

A encenação estava obviamente limitada ao espaço, tendo toda a peça um carácter muito simplista, desde o vestuário, que nalguns casos se limitava a uma máscara preta na cara, ao cenário, composto por apenas duas cadeiras e uns poucos acessórios. No entanto, esta simplicidade permitiu um espectáculo mais acessível e “leve”.

Os cinco actores estiveram em bom plano, em especial a actriz que interpretou “Matilde”, que conseguiu maior projecção devido ao seu papel mais dramático e emotivo. Durante o seu monólogo, fez-se silêncio no auditório, tendo sido este o momento mais marcante de toda a peça.

Com o final da representação (“Felizmente - felizmente há luar!...”) vieram as entusiásticas palmas, que se prolongaram pela vénia final dos actores.

Em jeito de conclusão, ficam os parabéns por esta iniciativa que aproxima uma arte que, infelizmente, cada vez mais cai no esquecimento das novas gerações. Felizmente, nesta escola, há teatro!


João Marecos



Os nossos agradecimentos aos actores do grupo Casa dos Afectos:

  • Catarina Gouveia, fantástica no papel de Matilde, mas também no de Vicente e Morais Sarmento
  • Nuno Fradick, convincente no seu papel de Manuel e Principal Sousa
  • Sérgio Manuel, um D. Miguel inesperado
  • André Albuquerque, uma voz forte e uma postura marcial bem adequadas à personagem de Beresford
  • Liliana Costa, Rita a mulher do povo e o denunciante Andrade Corvo




terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

A Opsis já saiu...

A Opsis número quatro já está à venda no CRE. Esta foi a imagem que o Cristóvão Bento construiu para a capa. Centra-se no projecto da nova escola que teremos dentro de ano e meio.
Podem ler também a entrevista com o vocalista dos Tara Perdida e acompanhar alguns acontecimentos que marcaram a vida da escola no primeiro período.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

28 de Janeiro, Dia da Escola

Neste belo cartaz, feito em parceria pelo aluno Bruno Portugal e pela sua professora Maria Sabino foram divulgadas as actividades do Dia da Escola. O Dr. Rui Marinho tratou as questões do alcoolismo e das drogas numa sessão dinamizada pelo

Projecto Educação para a Saúde


A gravidez na adolescência e os métodos contraceptivos foram também tratadas numa sessão integrada no Projecto Educação para a Saúde.





















quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Mercadinho dos Livros Lidos no Dia da Escola

No Dia da Escola, o mercadinho foi um sucesso, pois permitiu que todos comprassem livros baratos e vendessem os que já tinham lido.
Temos de repetir !

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

28 de Janeiro - Nascimento de Vergílio Ferreira - Dia da Escola





Hoje, dia do nascimento do nosso patrono, queremos relembrar-vos um pouco da sua vida, vê-lo através das suas próprias palavras.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

As turmas 12º9ª e 12º10ª visitaram a Casa da Música e o Museu de Serralves

No Museu de Arte Contemporânea, em Serralves, da autoria do arquitecto Siza Vieira, tivemos uma visita guiada sobre o belo edifício do Museu e ainda a exposição do escultor Juan Muñoz centrada na figura humana colocada nos vários espaços em interacção com o visitante.
Os jardins do Museu

Recebendo informações sobre este belo projecto do arquitecto

Álvaro Siza Vieira
Observando as diversas peças da exposição de Juan Muñoz









À entrada da Casa da Música




O Tomás mostrou os seus dotes musicais e não queria abandonar aquele piano...


A Orquestra Sinfónica do Porto

Um pianista a ensaiar




Uma sala para experiências acústicas



No dia 15,as turmas de Artes e os alguns dos seus professores estiveram no Porto para visitarem a Casa da Música e o Museu de Serralves.
Na Casa da Música, a visita foi guiada por um artista plástico que nos foi informando das características únicas desde edifício da autoria do arquitecto Rem Koolhaas, considerado pelos especialistas o mais atraente edifício deste artista e uma das mais importantes salas de espectáculo construídas nos últimos cem anos.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Premiados do Concurso Linhas e Letras- Plano Nacional de Leitura

ANDREIA CRISTINA DA SILVA FRAZÃO, 12 ANOS
Residente na Lourinhã



O que nos vai na alma


O cão ladra.
O homem fala.
O cão rosna.
O homem grita.
O cão gane.
O homem chora.
O homem finge.

E o cão?
O cão não!




JOÃO DIOGO FONTES VICENTE, 11 ANOS
Residente na Lourinhã



POEMA

Cão passeia dono
Dono passeia cão
Quem passeia quem
É essa a questão.