quarta-feira, 18 de abril de 2012
Para os nossos alunos do 12º Ano - Conhecer os cursos de engenharia
Este filme desvenda a importância dos materiais na nossa vida e dá-nos a conhecer a profissão de engenheiro de materiais, uma profissão com futuro.
quinta-feira, 29 de março de 2012
António Carlos Cortês, professor e poeta
No dia 22 de Março, no primeiro tempo da manhã, como parte dos eventos da semana cultural, recebemos a visita, no grande auditório, do prof. António Carlos Cortês, antigo aluno da nossa escola, e de dois ex-alunos que agora frequentam a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Estes convidados vieram falar a algumas turmas do 11º e 12º anos acerca da sua experiência como alunos da nossa escola e da passagem para o ensino superior.
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António
Carlos Cortez (n.1976) escreve sobre poesia no Jornal de Letras e tem
artigos publicados nas revistas Relâmpago, O Escritor e Colóquio Letras.
Como
poeta estreou-se em 1999 com Ritos de Passagem a que se seguiram Um
Barco no Rio (2002), A Sombra no Limite (2004) e À Flor da Pele (2007).
É ainda autor de um livro de crítica de poesia: Nos Passos da Poesia (2005).
Ensina Literatura Portuguesa no Ensino Secundário.
quinta-feira, 22 de março de 2012
"Todos Iguais, Todos Diferentes"
No dia 9 de Março de 2012, a professora Manuela Ramos, da nossa escola, foi à EB 2+3 de Telheiras nº1 para um encontro (que foi um sucesso) com alunos do 8º ano no âmbito das comemorações da semana da leitura, sessão essa que teve como título o lema "Todos Iguais, Todos Diferentes". Debatidos nesse encontro foram os livros O Diário de Zlata, O Rapaz do Pijama às Riscas e O Diário de Anne Frank...
Podes ler mais sobre este encontro acedendo ao blogue da Escola Básica de Telheiras, www.oblogdocre.blogspot.com
Podes ler mais sobre este encontro acedendo ao blogue da Escola Básica de Telheiras, www.oblogdocre.blogspot.com
terça-feira, 20 de março de 2012
"O Leopardo"
quarta-feira, 14 de março de 2012
ESTATÍSTICA DAS LEITURAS NA BIBLIOTECA
segunda-feira, 12 de março de 2012
Cristina Taquelin - Mediadora de leitura
Promover a leitura é um trabalho de muitos intervenientes. Precisamos de ter consciência disso e não pensar que é apenas uma tarefa dos professores de Português e dos bibliotecários. Estes têm responsabilidades acrescidas, mas não esqueçamos que esta é uma atividade transversal e que os nossos alunos podem ler uma grande diversidade de livros e não apenas a literatura juvenil. A biblioteca oferece grande variedade e responde a gostos muito diferentes. Queremos pedir às família que não desistam e pedir aos nossos professores que ponham as leituras na agenda, elas podem ser muito variadas, das ciências às letras. Conheçam a vossa biblioteca! Procurem os livros que vos agradam! Boas leituras!
sexta-feira, 9 de março de 2012
Dia da Mulher
Trabalhadora Silenciosa
para a minha Avó...
Amanhecia no campo da vida
E, pelo trilho tortuoso, em penosa subida,
Ia uma mulher, carregada de fardos,
Que tudo enfrentava e suportava
Com corajosa paciência e determinação
De quem não se importa com os cardos
Que a sorte o seu percurso ornava.
Que a sorte o seu percurso ornava.
Muitos quilómetros fez ela assim,
Todos os obstáculos transpondo
Sem que vez alguma bradasse ao céu redondo
Que era dura a crueldade do destino.
Anoitecia agora sob o céu,
Ia já velha e curvada
Mas nunca vergada.
Tomás Vicente, nº27, 11º3ª
sábado, 3 de março de 2012
Projeto Ler+ - Primeiro Encontro de Leitores
A biblioteca promoveu um encontro de leitores da nossa escola que agradou a toda a comunidade escolar. Prometemos, pois, repetir no dia Mundial do Livro.
Pela primeira vez, tivemos a presença de professores, funcionários, de um representante da Associação de Pais e de uma pessoa da nossa comunidade muito querida dos nossos alunos, a D. Cila, proprietária do café mais perto da nossa escola.
Os alunos foram brilhantes. Aqui vos deixamos alguns momentos.
Pela primeira vez, tivemos a presença de professores, funcionários, de um representante da Associação de Pais e de uma pessoa da nossa comunidade muito querida dos nossos alunos, a D. Cila, proprietária do café mais perto da nossa escola.
quinta-feira, 1 de março de 2012
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Dia 28 - Carlos Ademar, autor de livros policiais estará na nossa escola
Carlos Ademar é licenciado em História e investigador policial.
Sempre gostou de escrever e, há alguns anos, decidiu utilizar a sua rica experiência profissional para a sua escrita. O resultado são vários livros muito bem aceites pelo público, sendo o último O Bairro.
O país fala destes casos, os jornais e as televisões fazem eco das preocupações sociais, a hierarquia policial e a tutela política exigem respostas aos investigadores. O chefe Barata, a pouco tempo de se reformar, encara este caso como o seu derradeiro desafio.
«O Bairro», baseado numa história verídica, é o retrato intenso de um mundo onde o crime e a honestidade convivem diariamente, onde prolifera o sentimento de abandono a que foi votado quem ali cresceu, para onde foi viver quem não tinha alternativa e onde é real a coragem de suportar o estigma de um nome. Mais do que um romance, «O Bairro» é a metáfora de tantos vulcões existentes em redor das grandes cidades contemporâneas, cuja eventual erupção todos temos o dever de evitar.»
Conheça o autor nesta entrevista!
Um Livro. Porque Sim: Estranha Forma de Vida
Sempre gostou de escrever e, há alguns anos, decidiu utilizar a sua rica experiência profissional para a sua escrita. O resultado são vários livros muito bem aceites pelo público, sendo o último O Bairro.
«O Bairro», editado pela Oficina do Livro, é a nova obra de Carlos Ademar, um livro que tem a dura realidade como tema de fundo.
«Manuel Sousa, agente da PSP, é assassinado num bairro às portas de Lisboa. A Polícia Judiciária está a começar a investigação quando é surpreendida pela notícia da morte de mais dois agentes. Quase ao mesmo tempo, um traficante de droga é deixado sem vida no Serviço de Urgência de um hospital. O que têm em comum estes factos? O bairro.O país fala destes casos, os jornais e as televisões fazem eco das preocupações sociais, a hierarquia policial e a tutela política exigem respostas aos investigadores. O chefe Barata, a pouco tempo de se reformar, encara este caso como o seu derradeiro desafio.
«O Bairro», baseado numa história verídica, é o retrato intenso de um mundo onde o crime e a honestidade convivem diariamente, onde prolifera o sentimento de abandono a que foi votado quem ali cresceu, para onde foi viver quem não tinha alternativa e onde é real a coragem de suportar o estigma de um nome. Mais do que um romance, «O Bairro» é a metáfora de tantos vulcões existentes em redor das grandes cidades contemporâneas, cuja eventual erupção todos temos o dever de evitar.»
Conheça o autor nesta entrevista!
Um Livro. Porque Sim: Estranha Forma de Vida
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Ler+ na Vergílio Ferreira - Dia da Escola
A biblioteca promoveu um encontro de leitores da nossa escola que agradou a toda a comunidade escolar. Prometemos, pois, repetir no dia Mundial do Livro.
Pela primeira vez, tivemos a presença de professores, funcionários, de um representante da Associação de Pais e de uma pessoa da nossa comunidade muito querida dos nossos alunos, a D. Cila, proprietária do café mais perto da nossa escola.
Os alunos foram brilhantes. Aqui vos deixamos alguns momentos.
Pela primeira vez, tivemos a presença de professores, funcionários, de um representante da Associação de Pais e de uma pessoa da nossa comunidade muito querida dos nossos alunos, a D. Cila, proprietária do café mais perto da nossa escola.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Dia da Escola - Teatro - Na noite em que prenderam o Pai Natal
Aluna do 12º ano tinha o sonho de criar um grupo de teatro na sua escola e, com a ajuda dos colegas e da professora, conseguiu. José Eduardo Agualusa foi o autor escolhido para estreia. Este filme é parte do cenário da peça.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Os leitores contam-nos...
“O Mandarim” de Eça de
Queirós
Um dos livros que mais me marcou foi “O Mandarim” de Eça de
Queirós. Eça de Queirós é um dos melhores escritores Portugueses de todos os
tempos e, também, um dos meus favoritos.
”O Mandarim” conta-nos a história de um homem que se depara
com um estranho botão vermelho. Explicado por um personagem bizarro, este
diz-lhe que através desse botão poderá aceder a uma enorme fortuna de um velho
imperador chinês. Porém, apoderar-se da fortuna implica matar esse mandarim.
A personagem principal era pobre e vivia numa casa alugada,
razões que pesaram na sua decisão de carregar no botão. Porém, após herdar a
fortuna, apercebe-se que ser rico não é apenas um “mar de rosas”. Este
depara-se com múltiplas situações frustrantes, que o fazem querer desistir da
fortuna herdada. Situações estas que o fizeram perceber que o velho imperador provavelmente
tinha família, e que os seus filhos e mulher, após este se ter apoderado da sua
fortuna, poderiam estar a viver na miséria.
Este livro mostra às pessoas que ninguém pode apoderar-se de
uma grande fortuna, sem antes trabalhar para isso. Mostra-nos também que
devemos reflectir nas situações antes de tomar uma decisão, pois esta poderá
ter implicações futuras. A mensagem transmitida por este livro e a linguagem simples
e sucinta são aspectos que me agradam neste livro.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Os leitores contam-nos...
A China de Ontem e de Hoje”
Um
dos livros que mais me fascinou foi “Cisnes Selvagens”, de Jung Chang.
Este
livro leva-nos a conhecer os antepassados da autora, que viviam numa China
ancestral, conduzindo-nos através da vida desta família até ao momento em que
Mao Ze-Dong morre.
O
conteúdo desta obra é divinal, não havendo, de certeza absoluta, um livro que
relate tão detalhadamente a vida da China e, na minha opinião, é também
incrível a proximidade de certos relatos desta obra com outros grandes livros,
como por exemplo “O Diário de Anne Frank”. Como será possível que tais horrores
consigam existir, de forma tão semelhante, em partes tão diferentes do mundo?
Do
meu ponto de vista, esta obra é enorme em termos humanos sendo que é uma das
características que a torna inigualável pois mostra-nos o sofrimento das
pessoas chinesas, mortas, a labutar doze horas por dia, em fábricas sem
condições, apenas comendo pão; as crianças mortas, por raiva, e as mulheres não
respeitadas pela sociedade, nem pelo governo, nem por ninguém. Jung Chang
consegue nas suas personagens retratar todos estes chineses, as suas histórias e,
de certa forma, a essência do seu ser.
Por
outro lado, este livro é também muito interessante em termos políticos e
económicos, uma vez que se “visualiza” o avanço da China, de um país
insignificante, disputado pelos senhores da guerra, até à China comunista, um
país com a maior população mundial, a maior produção industrial e agrícola do
mundo. Contudo o progresso trouxe também consigo a ganância do poder, o
“desaparecimento” de pessoas e uma China que não respeita ninguém, apenas os
seus interesses.
Assim,
posso seguramente dizer que este livro pertence aos poucos que ainda nos
consegue colocar no local onde se desenrola a acção. Qualquer leitor deve
“arrancar” este livro da estante e com ele trilhar os caminhos de um país mais
antigo que a religião cristã.
Uma
história sem precedentes!
João Barata, nº9, 10º 6ª
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Avalon Theatre Company 16 e 26 de janeiro
Avalon Theatre Company vem à nossa ecola
Learn English!
Enjoy the plays!
Have fun!
16 de janeiro - alunos do ensino secundário
26 de janeiro - alunos do ensino básico
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
A escritora Alice Vieira vem à nossa escola
Um grupo de alunos da turma 1ª do 8º ano, em colaboração com a professora de Língua Portuguesa, Ana Cirne, convidou a escritora Alice Vieira para vir à nossa ecola.
Ela estará presente para uma conferência sobre leituras no dia 17 de janeiro às 10h, no novo auditório.
Lembramos que Alice Vieira é uma das escritoras mais lidas pelos nossos jovens.
domingo, 11 de dezembro de 2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
Reflexão
Desde
sempre, tenho ouvido dizer que as crianças são o melhor que há no mundo. Elas
são puras, simples e adoráveis.
A
sua educação é algo fundamental. A verdade é que os pais/família têm o dever de
as acompanhar, ao longo da sua infância e adolescência. Pais ausentes, que
atiram apenas para a escola a responsabilidade de educar os seus filhos, deviam
ser responsabilizados por esta sua atitude. As crianças/adolescentes precisam
de sentir que alguém se interessa por eles, que lhes impõem algumas regras, que
alguém esteja lá quando precisam de partilhar alegrias, tristezas ou
dificuldades. Viver sem o controlo de um adulto poderá ser meio caminho andado
para uma vida sem objectivos, sem sonhos, sem organização, sem valores…
A
meu ver, as crianças também não podem ser o centro de todas as atenções. A
família não pode viver em função dos seus desejos e birras. Isso só fará com
que as crianças pensem que são os donos do mundo. Há que marcar limites e
fazer-lhes ver que se têm direito ao amor, à atenção e ao bem-estar, também têm
alguns deveres, como por exemplo, respeitar, obedecer e cumprir as suas
tarefas.
O
amor, a atenção, as regras, as críticas, os conselhos dos pais/família são, na
minha opinião, elementos essenciais para que, na vida futura, a criança seja um
adulto equilibrado, responsável e bem sucedido.
Ricardo Amaral
Nº26 10º8
terça-feira, 15 de novembro de 2011
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