A escola apresenta- se através de um trabalho realizado pelos alunos de História do 11º ano, 7ª turma, com participação especial da Ana Sofia Fernandes , para celebrar o Dia da Escola.
Através do olhar desta turma, apresentamos um pouco do ambiente escolar aos novos alunos que agora se estão a matricular.
sexta-feira, 6 de julho de 2007
A equipa da BE/CRE / Sala de Estudo na Assembleia da República
quinta-feira, 28 de junho de 2007
Convivio de profs. 27 de Junho
quinta-feira, 21 de junho de 2007
Prémio Nacional de Ilustração 2006
Originalidade e sensibilidade revelam-se nas imagens da prof.ª Teresa Lima que ilustram tantos livros infantis .É um universo inconfundível em que se mistura o imaginário mágico de tantas histórias que guardámos dentro de nós com um toque de modernidade que torna única cada uma das suas ilustrações.
A nossa escola sente orgulho de a ter como membro do seu corpo docente. Todos a felicitamos por mais este prémio e agradecemos a colaboração em tantos trabalhos artísticos de promoção de tantas semanas culturais e de outros eventos ao longo dos anos. O seu traço , os seus desenhos e as suas cores deram qualidade e bom gosto a muitos dos nossos cartazes e folhetos.
O livro premiado é: Histórias de Animais de Rudyard Kipling
Aqui vos apresentamos imagens do livro e sugerimo-lo, desde já, como uma bela prenda que, sem dúvida, despertará a imaginação das crianças.
O livro premiado é: Histórias de Animais de Rudyard Kipling
Aqui vos apresentamos imagens do livro e sugerimo-lo, desde já, como uma bela prenda que, sem dúvida, despertará a imaginação das crianças.
Prof.ª Teresa Lima ganha o Prémio Nacional de Ilustração 2006
Teresa Lima nasceu em 1962 em Lisboa.Licenciada em Pintura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa.
A partir de 1994 começou a dedicar-se à ilustração de livros infanto-juvenis.
Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian (1998/99) com o projecto de ilustração "As
Viagens de Gulliver".
Fez parte do júri do Prémio Nacional de Ilustração das edições de 1999 e 2000.
DISTINÇÕES
Lista de Honra da International Board on Books for Young People (IBBY), com o livro" A Cor das Vogais", 1996. Consta da mesma lista com o livro "A Cavalo no Tempo", em 2003.
Menção Especial "Recomendado",Secção portuguesa do IBBY.com o livro" Segredos", 1997.
Prémio Nacional de Ilustração 1998, com o livro "Alice no País das Maravilhas".
Menção Honrosa do Prémio Nacional de Ilustração 2004,com o livro "Se os Bichos se Vestissem como Gente".
Consta do Catálogo de Bolonha 2007 com as ilustrações do livro "Histórias de Animais de Rudyard Kipling".
Prémio Nacional de Ilustração 2006, com o mesmo livro.
Final da pesquisa sobre o 25 de Abril



Só no final do ano, tivemos acesso aos resultados da pesquisa sobre a Revolução de Abril feita no âmbito da disciplina de História e apresentada no auditório do CRE pelas turmas 9º1ª e 9º4ª.
Dos inquéritos realizados os alunos apresentaram as seguintes conclusões:
- Abril permitiu a instauração da democracia;
- O país modernizou-se e as condições de vida dos portugueses melhoraram;
- Terminou a guerra colonial e fez-se a descolonização;
- A Liberdade tornou-se um direito visto como fundamental.
Apresentamos algumas das imagens muito bem escolhidas pelos alunos e que evocam esses tempos.
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comemoração dos dias históricos
terça-feira, 12 de junho de 2007
Final do ano lectivo
Chegamos rapidamente ao final do ano, o tempo corre velozmente e fica-nos a impressão de ter deixado tanta coisa que gostaríamos de ter feito e não fizemos. Ficou, por exemplo, o projecto da música que , prometemos, terá prioridade.O clube de leitura será também uma das actividades a continuar, porque achamos que há mais alunos a gostar de ler, ao contrário de muitas vozes descrentes.
terça-feira, 5 de junho de 2007
Clube de Leitura - Terceiro Encontro
Onde encontrar os "nossos" leitores de POESIA?
Atribui-se, portanto, um louvor especial à Maria Teixeira do 10º ano 4ª turma. Trazia na mão o livro de António Aleixo, mas não houve público para a desejada troca de ideias.
A coordenação de Clube compreende as dificuldades de participação neste final de ano lectivo, em que os exames se aproximam vertiginosamente.
Prometemos NÃO DESISTIR!
Acreditamos que o próximo ano lectivo nos vai trazer muitos mais leitores amantes da POESIA.
... ao contrário de António Aleixo queremos acreditar nas promessas.
«Se fazes tudo às avessas,
Para que prometes tanto?
Não me faças mais promessas,
Bem sabes que não sou santo.»
quinta-feira, 31 de maio de 2007
quarta-feira, 30 de maio de 2007
31 de Maio- Marcha do Coração
Amanhã, dia 31 de Maio, a escola promove a realização de uma marcha para comemorar o dia do coração enquadrada no Projecto Educação para a Saúde.
A concentração será assinalada com um toque de campainha, tal como o início da marcha.
Propõe-se que todos os participantes tragam uma T-Shirt branca onde será colocado um coração, a fornecer pela escola.
As turmas serão acompanhadas por um professor que pode não ser aquele que tem aula nesse período.
A concentração será assinalada com um toque de campainha, tal como o início da marcha.
Propõe-se que todos os participantes tragam uma T-Shirt branca onde será colocado um coração, a fornecer pela escola.
As turmas serão acompanhadas por um professor que pode não ser aquele que tem aula nesse período.
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promoção e educação para asaúde
O Fruto do Amor
O Fruto Amor
Num jardim abandonado
Certo dia, algo nasceu
Frágil e desamparado
Procurando não morrer.
Encontrada a razão para viver,
Dia a dia foi crescendo
Com folhas grandes e carnudas
Para melhor aguentar o vento.
Mas como nem tudo são rosas,
Espinhos também lhe cresceram
E ali, mais tarde, até veneno surgia.
As flores perdiam a cor.
Os frutos, o gosto.
A água escasseava, a morte aproximava-se.
A notícia espalhara-se pelo pólen da manhã.
O jardim preocupado
Pediu ao sol uma solução
Para salvar a sua mais vistosa árvore
Da possível destruição.
Certo dia, alguém chegou,
A minha sede foi saciada
As minhas flores recuperaram a cor
E ,aos nossos frutos, tão apreciados, chamou-se amor.
Cátia Rocha 10º4ª nº13
Num jardim abandonado
Certo dia, algo nasceu
Frágil e desamparado
Procurando não morrer.
Encontrada a razão para viver,
Dia a dia foi crescendo
Com folhas grandes e carnudas
Para melhor aguentar o vento.
Mas como nem tudo são rosas,
Espinhos também lhe cresceram
E ali, mais tarde, até veneno surgia.
As flores perdiam a cor.
Os frutos, o gosto.
A água escasseava, a morte aproximava-se.
A notícia espalhara-se pelo pólen da manhã.
O jardim preocupado
Pediu ao sol uma solução
Para salvar a sua mais vistosa árvore
Da possível destruição.
Certo dia, alguém chegou,
A minha sede foi saciada
As minhas flores recuperaram a cor
E ,aos nossos frutos, tão apreciados, chamou-se amor.
Cátia Rocha 10º4ª nº13
terça-feira, 29 de maio de 2007
31 de Maio - Conferência - Os Jovens e a Sexualidade
No dia 31 de Maio, o prof. Daniel Sampaio estará presente no auditório da escola, às 12h para falar sobre a sexualidade juvenil.
Gostaríamos de contar com a presença de muitos alunos, professores e pais, pois o tema da conferência interessa a todos.
Gostaríamos de contar com a presença de muitos alunos, professores e pais, pois o tema da conferência interessa a todos.
sexta-feira, 25 de maio de 2007
Alunos premiados
Cerimónia de Entrega de PrémiosNo dia 31 de Maio, vai realizar-se no auditório da BE-CRE a sessão de entrega de prémios aos alunos vencedores dos concursos realizados durante a semana cultural.
É oportuno referir-se o donativo gentilmente oferecido pela Associação de Pais e Encarregados de Educação que possibilitou a aquisição dos prémios. De igual modo se deve mencionar a oferta da Porto Editora, que garantiu todos os prémios correspondentes à prova de Matemática.
Apresentamos a listagem dos diferentes alunos distinguidos.
Concurso de Escrita Criativa
Português
-1º prémio Bernardo Cruz -11º6ª
- 2ºprémio -Catarina Rosa - 10º7ª ex aequo
- 2º prémio -Tiago Santos - 12º5ª ex aequo
Inglês
- 1º prémio -Inês Simões - 11º2ª
- 2º prémio -Miguel Gomes -10º1ª
Alemão
- 1º prémio - Sara Gallitz -10º10ª
-2º prémio - Bernardo Cruz - 11º6ª
Concours de Vocabulaire
Francês
-1º prémio - Rodrigo Cotrim - 8º4º
-2º prémio - Elisa Abrantes - 8º2ª
-3º prémio - Paulo Mendes - 8º 3º
Gincana Cultural
Actividade Interdisciplinar
-1º prémio - Tomás Ribeiro-10º9ª
-1ºprémio - Rita Sempiterno-10º5ª
-1ºprémio - Bruno Graça - 12º 4ª
-1º prémio- Guilherme Martins- 12º4ª
-3ºprémio- André Santos- 7º1ª
-3º prémio- Sebastião Martins- 7º1ª
Canguru - Resolução de Problemas
Matemática
Prova Benjamim
1ºprémio- António Moreira- 7º3ª
2ºprémio- Luís Oliveira- 7º3ª
1ºprémio- João Garrido- 8º2ª
2ºprémio- Pedro Ramos-8º2ª
Prova Cadete
1ºprémio- André Ferreira- 9º1ª
2ºprémio- Francisco Branquinho-9º3ª
Prova Júnior
1ºprémio- Manuel Martinho-10º6ª
2ºprémio- Miguel Gomes- 10º1ª
Mega Sprint- Prova de Velocidade
Educação Física
Infantis
1ºprémio/F- Filipa Ferreira-8º3ª
1ºprémio/M- Ruben Santos-8º4ª
2ºprémio/F Elisa Abrantes- 8º2ª
2ºprémio/M Tomás Moura- 8º4ª
Iniciados
1ºprémio/FAna Lima- 10º7ª
1ºprémio/M Simão Gama-10º7ª
2ºprémio/F Joana Santos-10º5ª
2ºprémio/M Miguel Lara-10º5ª
Juvenis
1º prémio/F Sara Narciso-11º1ª
1ºprémio/M Diogo Perdigoto-11º3ª
2ºprémio/F Mafalda Bento- 11º1ª
2ºprémio/F Inês Palma- 11º1ª
2ºprémio/M David Martins-11º2ª
Juniores
1ºprémio/F Melissa Rodrigues-12º2ª
quinta-feira, 17 de maio de 2007
Visitando Exposições de Arte


Aprender/conhecer ARTE: a Escola Fora de Portas.
A nossa Escola tem seguido de perto as exposições no domínio das artes plásticas, sobretudo porque alguns alunos estão a frequentar a disciplina de História da Arte e,, por cursarem as áreas expressivas artísticas, estão na onda daquilo que a grande cidade de Lisboa (e arredores!) vai mostrando ao público apreciador e estudioso da Arte.
É nesse contexto que as imagens dos nossos alunos em convívio com os objectos artísticos aqui estão para ser vistos!
Foram grandes esculturas presentes na Assembleia da República = Arte 3D, e outros variados “objectos” que actualmente são mostradas em Sintra no Museu de Arte Moderna, com o título de “Art Déco”, ambas as mostras divulgando a público peças pertencentes à colecção Berardo. Alunos e professores conviveram em agradável aprendizagem com outros modos de comunicação algo diferente daquele que mais usualmente se põe em prática na “Sala de Aula”.
A nossa Escola tem seguido de perto as exposições no domínio das artes plásticas, sobretudo porque alguns alunos estão a frequentar a disciplina de História da Arte e,, por cursarem as áreas expressivas artísticas, estão na onda daquilo que a grande cidade de Lisboa (e arredores!) vai mostrando ao público apreciador e estudioso da Arte.
É nesse contexto que as imagens dos nossos alunos em convívio com os objectos artísticos aqui estão para ser vistos!
Foram grandes esculturas presentes na Assembleia da República = Arte 3D, e outros variados “objectos” que actualmente são mostradas em Sintra no Museu de Arte Moderna, com o título de “Art Déco”, ambas as mostras divulgando a público peças pertencentes à colecção Berardo. Alunos e professores conviveram em agradável aprendizagem com outros modos de comunicação algo diferente daquele que mais usualmente se põe em prática na “Sala de Aula”.
quarta-feira, 16 de maio de 2007
Descrição
Descrição
Era uma simples praia, num agitado dia de férias. O mar reflectia os raios intensos do sol, a areia era fina e confortável, as ondas rebentavam suavemente, o horizonte azul mostrava os nossos sonhos.
Havia algo mais neste pequeno mundo: as pessoas. Umas apresentavam expressões sérias e tristeza no olhar. Problemas, restrições, discussões. Acabavam por comover o ambiente. Parecia que não encontravam o caminho para a felicidade. Outras, porém, mostravam como o encontraram, como cada momento era único, como viver é muito mais que sobreviver.
Existia, ainda, mais alguém. Uma criança brincava nas rochas. Parecia que estas a tinham chamado, que tinham apelado por fantasias, imaginações. Os seus cabelos eram loiros e os seus olhos azuis. Azuis como o mar que apelava, também, pela sua confiança. Descrevia danças e cantarolava sentimentos do seu coração. Ora dava as fantasias às rochas, ora demonstrava a sua confiança pelo mar. Por vezes, parava. O seu olhar estava cheio de inocência, o seu sorriso de ingenuidade. Ambos revelavam o sonho que é ser-se criança.
Era um quadro aquela paisagem, como muitos que meu avô pintara. Era uma praia onde cada pormenor tinha a sua importância, onde cada recanto tinha a sua beleza, onde cada pessoa era parte da sua realidade.
Catarina Frias Gomes nº 12, 10º 4ª
Era uma simples praia, num agitado dia de férias. O mar reflectia os raios intensos do sol, a areia era fina e confortável, as ondas rebentavam suavemente, o horizonte azul mostrava os nossos sonhos.
Havia algo mais neste pequeno mundo: as pessoas. Umas apresentavam expressões sérias e tristeza no olhar. Problemas, restrições, discussões. Acabavam por comover o ambiente. Parecia que não encontravam o caminho para a felicidade. Outras, porém, mostravam como o encontraram, como cada momento era único, como viver é muito mais que sobreviver.
Existia, ainda, mais alguém. Uma criança brincava nas rochas. Parecia que estas a tinham chamado, que tinham apelado por fantasias, imaginações. Os seus cabelos eram loiros e os seus olhos azuis. Azuis como o mar que apelava, também, pela sua confiança. Descrevia danças e cantarolava sentimentos do seu coração. Ora dava as fantasias às rochas, ora demonstrava a sua confiança pelo mar. Por vezes, parava. O seu olhar estava cheio de inocência, o seu sorriso de ingenuidade. Ambos revelavam o sonho que é ser-se criança.
Era um quadro aquela paisagem, como muitos que meu avô pintara. Era uma praia onde cada pormenor tinha a sua importância, onde cada recanto tinha a sua beleza, onde cada pessoa era parte da sua realidade.
Catarina Frias Gomes nº 12, 10º 4ª
terça-feira, 15 de maio de 2007
Interrogações
“Interrogações”
O que é o ser sem o ter?
O que é o bem? E o mal?
O que é o pensamento sem o sonho?
O que é a noite sem existir o dia?
O que é o que é?
Ser semelhante é o mesmo que ser diferente?
O que é a ciência? O que é o ser?
O que há no vazio?
O que é o calor se não existir o frio?
Qual a diferença entre o atum e a lagosta?
De que será feita uma pergunta sem resposta?
Muitas perguntas sem resposta,
Penso que ninguém gosta...
Perguntas, interrogações...
Mentes sem noções
Do que se passa à sua volta,
Isto cria uma grande revolta.
Até lá, temos que pensar, imaginar, magicar
Para uma resposta dar.
Rodrigo Cotrim nº18 8º4ª ESVF
O que é o ser sem o ter?
O que é o bem? E o mal?
O que é o pensamento sem o sonho?
O que é a noite sem existir o dia?
O que é o que é?
Ser semelhante é o mesmo que ser diferente?
O que é a ciência? O que é o ser?
O que há no vazio?
O que é o calor se não existir o frio?
Qual a diferença entre o atum e a lagosta?
De que será feita uma pergunta sem resposta?
Muitas perguntas sem resposta,
Penso que ninguém gosta...
Perguntas, interrogações...
Mentes sem noções
Do que se passa à sua volta,
Isto cria uma grande revolta.
Até lá, temos que pensar, imaginar, magicar
Para uma resposta dar.
Rodrigo Cotrim nº18 8º4ª ESVF
domingo, 13 de maio de 2007
Carta à Felicidade
Lisboa, 13 de Fevereiro de 2007
Querida Felicidade,
É bom estares aqui! Estes últimos dias foram espectaculares! Senti-me viva, feliz, alegre, com vontade de sorrir…
Há muito tempo que não me sentia assim… Antes de chegares, olhava o mundo com pessimismo, frustração, até mesmo com tristeza! Agora…agora, nem tenho palavras!
Por isso, peço (e peço com toda a força!) que não te vás embora. Que não me deixes voltar àquela vida onde só havia tristezas, desilusões, problemas. Que me deixes viver contigo aqui ao meu lado, para assim só ter alegrias. Não imaginas o que é ter uma vida infeliz, afinal és a felicidade! Mas ,mesmo assim, eu digo-te. Digo-te, no entanto, apenas uma coisa: tu não irias gostar dessa vida!
Já percebes agora, por que motivo não quero que te vás embora? Eu sei que te estás a preparar para fazê-lo, afinal a preocupação de te ires embora já demonstra a tua “fuga”, mas reconsidera. Por mim e por ti.
Com a esperança de que me tenhas ouvido, aqui me despeço. Mil abraços da tua
Sara Varão
10º 5ª
Querida Felicidade,
É bom estares aqui! Estes últimos dias foram espectaculares! Senti-me viva, feliz, alegre, com vontade de sorrir…
Há muito tempo que não me sentia assim… Antes de chegares, olhava o mundo com pessimismo, frustração, até mesmo com tristeza! Agora…agora, nem tenho palavras!
Por isso, peço (e peço com toda a força!) que não te vás embora. Que não me deixes voltar àquela vida onde só havia tristezas, desilusões, problemas. Que me deixes viver contigo aqui ao meu lado, para assim só ter alegrias. Não imaginas o que é ter uma vida infeliz, afinal és a felicidade! Mas ,mesmo assim, eu digo-te. Digo-te, no entanto, apenas uma coisa: tu não irias gostar dessa vida!
Já percebes agora, por que motivo não quero que te vás embora? Eu sei que te estás a preparar para fazê-lo, afinal a preocupação de te ires embora já demonstra a tua “fuga”, mas reconsidera. Por mim e por ti.
Com a esperança de que me tenhas ouvido, aqui me despeço. Mil abraços da tua
Sara Varão
10º 5ª
sábado, 12 de maio de 2007
Concurso Nacional de Leitura-Fase distrital

Realizou-se a prova distrital do Concurso Nacional de Leitura onde estiveram presentes seis alunas da nossa escola.
Como representantes do ensino básico, participaram :
- Ana Antunes - 8º 2ª
- Elisa Abrantes - 8º2ª
- Patrícia Valente - 8ª2ª
- Beatriz Pinto - 10º 4ª
- Maria Matos - 10º 9ª
- Maria Teixeira 10º 4ª

No final da prova, que exigia , em cada um dos ciclos, a leitura de três livros, as nossas meninas vinham satisfeitas. Agora, resta esperar a publicação dos resultados para saber se alguma delas irá à final nacional a realizar em Junho. Mesmo que isso não aconteça , elas estão de parabéns, porque se dispuseram, com toda a boa vontade, a representar a sua escola e , sobretudo, porque são excelentes pessoas, óptimas leitoras e alunas empenhadas .
Como já tinhamos anunciado, as obras foram:
-
-para o 3º ciclo:
- Quem Me Dera Ser Onda -de Manuel Rui, um escritor angolano
- A Floresta - de Sofia de Mello Breyner
- Inês de Portugal - de João Aguiar
- O Velho que Lia Romances de Amor- de Luís Sepúlveda
- A Cidade e As Serras - de Eça dec Queirós
- A Instrumentalina - de Lídia Jorge
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concurso nacional de leitura
sexta-feira, 11 de maio de 2007
O Mundo Debaixo do Chão
Um Mundo Debaixo do Chão
Mais uma viagem. Sim, mais uma., mais vinte minutos numa caixa de metal que desliza por baixo de prédios, carros, jardins...
Hoje a carruagem vem composta. Melhor, tenho por onde me distrair.
Sento-me, olho à minha volta. À minha frente está um casal carregado de compras, e com a felcidade de quem realizou algo muito desejado estampada na cara. No banco do lado, um mp3 grita dos ouvidos de um homem, que mexe os lábios numa letra silenciosa, com vontade, mas falta de coragem para cantar. Mais à frente, duas raparigas riem e soltam guinchinhos de divertimento quando o homem a meu lado sai.
Fixo o olhar num senhor que lê. Os seus olhos saltam de linha para linha, com uma sede voraz de informação. Dan Brown é o que lê... e mesmo no fim... Compreende-se que não queira tirar os olhos do papel.
O casal sai, carregado, e entra uma rapariga que se senta à minha frente, de olhar vazio. Repara que estou a olhar, desvio o olhar... mas não consigo deixar de olhar outra vez e outra. Ela responde e sorri. Levanto-me para sair, não sem antes retribuir o sorriso.
Ao menos, ainda há pessoas neste mundo debaixo do chão, que olham em redor, que não se cingem a um “com licença” ou um “desculpe” forçados.
Ainda há pessoas que não se focam só em si.
Poucas, mas há.
André Matias
10º 2ª
Mais uma viagem. Sim, mais uma., mais vinte minutos numa caixa de metal que desliza por baixo de prédios, carros, jardins...
Hoje a carruagem vem composta. Melhor, tenho por onde me distrair.
Sento-me, olho à minha volta. À minha frente está um casal carregado de compras, e com a felcidade de quem realizou algo muito desejado estampada na cara. No banco do lado, um mp3 grita dos ouvidos de um homem, que mexe os lábios numa letra silenciosa, com vontade, mas falta de coragem para cantar. Mais à frente, duas raparigas riem e soltam guinchinhos de divertimento quando o homem a meu lado sai.
Fixo o olhar num senhor que lê. Os seus olhos saltam de linha para linha, com uma sede voraz de informação. Dan Brown é o que lê... e mesmo no fim... Compreende-se que não queira tirar os olhos do papel.
O casal sai, carregado, e entra uma rapariga que se senta à minha frente, de olhar vazio. Repara que estou a olhar, desvio o olhar... mas não consigo deixar de olhar outra vez e outra. Ela responde e sorri. Levanto-me para sair, não sem antes retribuir o sorriso.
Ao menos, ainda há pessoas neste mundo debaixo do chão, que olham em redor, que não se cingem a um “com licença” ou um “desculpe” forçados.
Ainda há pessoas que não se focam só em si.
Poucas, mas há.
André Matias
10º 2ª
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