domingo, 23 de março de 2014

SEMANA DA LEITURA - 2014
De 17 a 21 de março

Encontros com escritores:
Domingos Amaral  Richard Towers


A Feira do Livro
 Exposição "Ler é uma Festa!"
 
Exposição "Capas Inéditas
Contaminação Poética




 Árvore da Poesia



  

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Hoje 20 de Fevereiro celebra-se o 
Dia Mundial da Justiça Social
 Em plena corrida para se alcançarem as metas definidas na Cimeira do Milénio, em 2000, assume-se que um dos principais barómetros de Justiça Mundial é  a igualdade de oportunidades no acesso à educação.

O conceito de Justiça Social é um princípio fundamental de coexistência pacífica entre as nações, proclamado na Declaração Universal dos Direitos do Homem. "Defendemos os princípios da justiça social quando promovemos a igualdade de género e eliminamos barreiras relacionadas com a idade, raça, etnia, religião, cultura ou deficiência", citando a declaração do Secretário Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, proferida em 2009, quando se celebrou pela primeira vez este dia.



sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

No Dia de S. Valentim, espalhámos o amor, lemos cartas de amor trocadas entre pessoas célebres, enviámos (e recebemos) cartas e flores a pessoas de que gostamos.
Foi assim... uns pinga-amores, como sempre...





14 de Fevereiro - Dia de São Valentim

Na tua Biblioteca!

Não telefones! Não skypes!

Escolhe uma carta e oferece!
Torna este dia inesquecível!
A história deste dia remonta a um dia de jejum em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega no final da Idade Média, época em que o conceito de amor romântico foi formulado. 
O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II que tinha proibido o casamento durante as guerras, convencido de que os solteiros eram melhores combatentes. O bispo continuou, no entanto, a celebrar casamento, tendo sido preso e condenado à morte. Na prisão, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava o cumprimento da sua sentença, Valentim apaixonou-se pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, escreveu-lhe uma mensagem de adeus, na qual assinava como seu "Namorado" ou "Valentim".

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Leitor do Mês - Janeiro
Neste mês, a melhor leitora da nossa Biblioteca foi a 
Joana Falcão
Também foram bons leitores: André Correia, Cristina Gameiro, Henrique Delgado e João Ferreira
Parabéns!
Continuem a ler!!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

SEMANA DA LEITURA - 17 A 24 DE MARÇO 2014
O Plano Nacional de Leitura está a promover, para a Semana da Leitura o concurso 
"LER É UMA FESTA!"
As iniciativas e atividades realizadas nas várias áreas, nessa semana, de 17 a 24 de março, podem apresentar a concurso um trabalho/projeto por cada nível de ensino do Agrupamento.
PARTICIPA

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Zahra's speaking moment (11º5)

 This happened last summer. I was staying with a cousin at our grandparents’ house in a small, remote village; one of those full of tales of ghosts, demons and other unearthly beings. I had never been to such a place. It certainly lived up to its reputation. Although it was very hot, one would not assume it was summer judging by the sky. It was grey as clouds full of rain. But it never rained; instead, the whole village always seemed to be swallowed by a never-ending fog that only existed around it.
One day, my cousin decided to explore the village. I wasn’t daring enough, but he managed to convince me. We asked our grandparents if we could go for a walk. I was hoping they wouldn’t let us, but to my surprise, they said it was completely safe for us to go. My grandmother didn’t believe in anything that she couldn’t  see, hear, or touch, and neither did I, but there was a little voice in the back of my head that  kept telling me that that wasn’t such a good idea.
We left the house, turned right, and walked a few meters until we found a straight, very narrow path surrounded by incredibly crooked, leafless trees. I had to stop right there, but my cousin wanted to keep going.  He succeeded in convincing me again, as curiosity spoke louder, and we found a small, seemingly abandoned house at the end of the path. However, we didn’t approach it, in that moment; neither of us was brave enough to. The white paint was peeling off, and all the windows were shattered except for the topmost one: behind the dirty glass, I could only distinguish a pale figure touching the window, pointing outside. I yelled at my cousin and told him to leave, and began running as fast as my legs could bear, but he grabbed me by my arm and stopped me. Apparently, he hadn’t seen the creature. I looked again…And then there was no one there. I figured it was just my mind playing tricks on me. Five minutes later, we saw two kids entering the house. We knew them; they were our neighbors, so we found it very odd that they were entering the house. How could that be? Could they be visiting a relative? They just opened the door and went inside, effortlessly. We finally decided to go back to our house and never spoke of the matter again.
A few days later, my grandmother came to me with a worried look on her face. She asked me if I had been with those kids – my neighbors – or if I had seen them. I lied and asked her why she was asking me such questions. She simply answered:
“They have been missing for a couple of days now”
I couldn’t believe her words. In the blink of an eye, before I had time to think about the reckless decision I was about to make, I decided to go explore the village on my own. I didn’t want to tell my cousin. It took me a while to find the path we had been through the other day. Strangely, it seemed much longer than it was that day.
But that wasn’t the strangest thing.  As I looked at the end of the path, instead of a house, I found nothing.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Já chove na biblioteca!
Chove. Há silêncio, porque a mesma chuva
não faz ruído senão com sossego.
Chove. O céu dorme. Quando a alma é viúva
do que não sabe, o sentimento é cego.
Chove. Meu ser (quem sou) renego...
Tão calma é a chuva que se solta no ar
(nem parece de nuvens) que parece
que não é chuva, mas um sussurrar
que de si mesmo, ao sussurrar, se esquece.
Chove. Nada apetece...
Não paira vento, não há céu que eu sinta.
Chove longínqua e indistintamente,
como uma coisa certa que nos minta,
como um grande desejo que nos mente.
Chove. Nada em mim sente...
Fernando Pessoa

sábado, 11 de janeiro de 2014

Vencedor do concurso "Conto de Natal" - 2013/2014
Conto de Natal

Nesta noite de Natal tão diferente, apesar de estar escura e fria, a alegria deste ano refugiou-se na tristeza e a consoada foi esquecida. A população anda baralhada e atarefada à procura de presentes, pois, o Pai Natal este ano não os entrega. 
Os duendes, cansados de tanto trabalhar, resolveram fazer greve. Resultado: Os meninos não vão receber presentes este Natal!
Apesar do Pai Natal se sentar à mesa e tentar negociar com eles, a reunião não surtiu efeito.
Os pais das crianças, tristes depois de saberem a notícia, reuniram-se na praça central do polo norte e chegaram à conclusão de que a melhor solução para este Natal seria reciclar os brinquedos dos anos passados.
O Pai Natal concordou, e ainda afirmou o seguinte:
-Tenho a certeza de que os vossos filhos nem vão notar a diferença, pois, são tantos os brinquedos que lhes oferecem que muitos nunca foram usados.
Os pais das crianças foram a casa buscar os brinquedos e fizeram pequenas alterações. Depois de terminados colocaram os embrulhos junto da árvore de Natal.
Na véspera de Natal, as crianças felizes correm em direção à árvore de Natal para saberem quais os presentes que receberam. E nem reparam que os presentes eram os dos outros anos.
Resultado: Este foi um dos Natais mais felizes para todas as crianças do mundo. E, sem saberem, contribuíram para um mundo mais azul e mais ecológico.

Maria Beatriz Dias

7 Ano - 1.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Agradecemos a todos que tornaram possível a nossa Árvore de Natal.                         BOAS FESTAS

The Avalon Theatre Company and Queen Elizabeth I came to our school
"MACBETH" - 12th December 2013





quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Leitor do Mês - Novembro 2013
Em novembro destacaram-se como os melhores leitores:
João Barata e Pedro Gonçalves
Parabéns!

sábado, 30 de novembro de 2013

A vossa biblioteca deseja a todos
Votos de Boas Festas
(de uma fada a uma criança)


Esta altura do Natal é o tempo ideal
para as fadas atrevidas se deixarem de partidas.
Todas as crianças o sabem e não receiam o mal,
pois no dia de Natal veio do céu uma mensagem.
Na época da Natividade, não há nenhuma criança
a quem não acuda a lembrança: "Paz aos homens de boa vontade!"
E as fadas espalham o bem nos corações de cristal
das crianças, para quem todos os dias é Natal.
E, pondo de parte a maldade, nesta quadra de bondade
nós, as fadas, desejamos Feliz Natal, minha querida
e um ano cheio de vida!
                                                                                                  Natal, 1867 - Lewis Carroll

domingo, 17 de novembro de 2013

DIA 21 de novembro
DIA INTERNACIONAL DA FILOSOFIA
Visita a exposição de livros e mochos
na tua Biblioteca





MISSÂO IPAD
As turmas do 11º 2 e do 12º 3, 5 e 9 paritciparam em sessões de formação sobre o Pordata pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, destinada a apoiar grupos de alunos e professores.
A formação não é indispensável para concorrer, mas o prémio é atraente: 3 IPADS para os alunos.
A data limite de entrega é o dia 9 de maio de 2014.
No ano letivo de 2012/2013, três alunos do 11º ano da nossa escola concorreram e receberam a Menção Honrosa de Criatividade na produção e realização do vídeo com o título "Nível de Vida em Portugal".
Descobre a chave que te vai dar oportunidade para ganhar um Ipad em www.pordata.pt
Convívio de S. Martinho - Dia 11 de novembro 2013
Quentes e boas!!